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(Fonte: http://graphjam.memebase.com/upcoming/?pid=44912&from=recMap2)

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Memória: 1 ano sem Hermenauta

30 de janeiro é o triste aniversário em que o melhor blog do Brasil hibernou. Sua influência neste blog é bastante forte: foi lá onde, pelos meus comentários, ganhei gradativamente reputação, o que me motivou a, além de comentar, blogar. Muitos dos leitores (vocês me lêem, não lêem? POR FAVOR???) deste blog vieram via Celso ou via cutucões constantes, mas vários vieram do Hermenauta – para ficar só em 4, Fernando, Radical Livre, Ademonista e O Patriarca Contemporâneo (que, aliás, voltou à ativa). Infelizmente, não consegui trazer o fantástico Marcos Nowosad, que sumiu junto com o Hermê (doravante também cognominado o Blogueiro). Enfim, sou bastante grato ao Hermê, e continuo a reler seu arquivo como fonte de informação.

Nossas semelhanças são bastante claras:

1) Pseudônimo: Ambos blogamos sob pseudônimos, e ambos são trocadilhos engraçadinhos.

2) Nerdismo quase disfuncional: dã.

3) Crítica à mídica “tradicional”, mas com a consciência de que a blogosfera não vai substituí-la (afinal, de onde os blogs majoritariamente colhem informações primárias?). Ou seja, não é por mantermos um olho aberto no que sai em Veja, Estadão, Folha e afins que não podemos até usá-los como fonte de citação e informação.

4) Variedade: o Blogueiro habitualmente intercalava posts “pesados” (análise política, crítica midiática, discussão de temas polêmicos) com posts de diversos assuntos. É uma técnica simples e que produz bons resultados: vejam, e. g., o Celso ou o Amiano Marcelino.

5) Humor. Aqui como lá, é um convidado sempiterno e permanentemente bem-vindo. O Hermenauta ensinando o “beabá” (Literalmente. Sério.) para o Tiago Maoísta foi um negócio de que até hoje é de matar de rir.

No entanto, nossas diferenças também são bastante fortes. Ei-las, em ordem decrescente de importância:

1) Heroísmo. Eu NÃO tenho a nipo-titânica paciência do Hermenauta de ler e, principalmente, desconstruir periodicamente o Reinaldo Azevedo. Eu poderia dizer que é falta de tempo, mas seria uma péssima desculpa. Ainda mais porque, no mais das vezes, tempo é só a gente querer que arranja. É falta de saco mesmo. No entanto, é uma tarefa necessária: se o Krugman só discutisse com quem tem Nobel de Economia, teria 0,nada% da influência que tem (foi o Celso que disse isso, mas não encontro essa frase no desgraçado). Assim, até me sinto como em falta numa tarefa.

2) Velocidade. Estou muito aquém da lendária velocidade pôsto-digitativa do Hermê. Essa diferença, aliás, sofre influência desta:

3) Concisão. Em geral, o Blogueiro consegue usar menos palavras para dizer mais coisas do que eu diria sobre o mesmo assunto. Mas isso é uma habilidade “alcançável”. O dito-cujo tem muito mais prática blogueira do que este principiante que rescende aos cueiros do mIRC.

4) Música. Ele recorrentemente confessava total ignorância em relação à música, a qual, inversamente, é minha paixão absoluta.

5) “Fuçância”. Apesar de ambos sermos nerds, ele é claramente muito mais nerd do que eu. Além disso, o Hermê fuçava muito mais em fóruns e sites diversos do que eu, de modo a sempre estar a par de mais ou menos, er, TUDO, desde a mais obscura memética até… sei lá, tudo. Eu mal e mal fiquei sabendo do All Your Base Are Belong To Us e olhe lá.

O Blogueiro hibernou o blog por causa do filhinho, para quem até já garantiram um domínio no WordPress. Assim, for great justice, também poderá continuar o legado do pai.

Nesses tempos de internet, até um enorme arquivo inativo como o blog do Hermenauta é uma fonte tão rica que pode ser considerada uma “obra”, tanto quanto um livro de contos ou um trabalho acadêmico. Assim, torçamos, em primeiro lugar, para que dê tudo certo na educação do filhinho; depois, para que o Blogueiro volte, para que possamos voltar a lhe terceirizar a tarefa de desconstruir o Tio Rei voltemos a ter um interlocutor singularmente sábio.

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Falando em All Your Base, este é um dos mais sensacionais remixes; não só de All Your Base, mas sim EVER.

(Clique para aumentar. Fonte: http://members.arstechnica.com/x/xoa/classical-ZEROWING.jpg)

Facenew – Cara nova

O blog está de cara nova! Com direito a uma sensacional header image desenhada com carinho e profissionalismo pela Adriana. A cor de fundo, coerentemente com o caráter blasfêmico deste blog, é #666666, que nem nesta lista engraçadinha. O lay-out é o mesmo (K2-Lite), porque não conseguimos encontrar coisa melhor. O Misty Look seria o ideal, mas ele deixa pouco espaço para edição do cabeçalho.

Aliás, se alguém souber como faz para editar as coisas de maneira mais livre no WordPress, pelamordetodososdiabos me avise. Não é possível editar muita coisa por aqui, o lay-out já te dá tudo pronto, e alguns não lhe permitem nem trocar a header image. Possível até é, mas é necessário manjar muito de CSS e programar na unha.

Sugestões para um novo domínio menos totalitário onde hospedar meu blog também são sobremaneira bem-vindas.

A lista de links foi totalmente atualizada. Incluí gente que eu já lia há bastante tempo, mas por pura preguiça não constava lá (mal aí, Vinícius e Cynthia!). A maior novidade nela é a categoria “internet afora”, que abrange links bacanas que não são em formato de blog. A “humor” é uma categoria mista, pois o Um Sábado Qualquer e o Fail Blog têm formato de blog, mas todos os outros (XKCD, Dilbert, PHD), não. De todo modo, optei por deixá-los na mesma rubrica. Dividi-los em prol da dicotomia “blog/não-blog” só ia bagunçar a cabeça do leitor (e a minha).

O título do post é uma das minhas heresias favoritas: aquela contra a tradução de qualidade. Inspirei-me neste motivational para fazê-la:

Copiei a imagem daqui, mas muito provavelmente ela brotou do 4chan.

Nostalgia: All your base are belong to us (AYBABTU)

2:40 a 2:46: Imperdível versão em inglês antigo!


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